Farmacêutica, alimentos e produtos naturais

Secagem de extratos termossensíveis

O problema

O extrato perde atividade quando secado com calor prolongado. Estufa e liofilização resolvem em parte — uma degrada, a outra é lenta e cara por lote —, e nenhuma das duas entrega pó com granulometria controlada e pronto para a etapa seguinte.

Onde ele aparece

Aparece na passagem da bancada para a escala piloto, quando o extrato deixa de ser mililitros e o processo precisa ser repetível. É comum em fitoterápicos, probióticos, aromas, enzimas e proteínas — material cujo valor está justamente no que o calor destrói.

A tecnologia que resolve

Secagem por atomização. O líquido é pulverizado em gotas finas dentro de uma câmara com ar aquecido: a área de superfície criada pela pulverização é tão grande que a água evapora quase instantaneamente, e a própria evaporação mantém a gota fria. O material passa segundos no equipamento, não horas, e sai como pó seco na saída do ciclone.

O controle está no par temperatura de entrada e de saída. A entrada define a energia disponível; a saída é a temperatura que a partícula realmente vê, e é ela que se ajusta ao limite térmico do produto.

Como a O3LAB atende

A O3LAB representa mini spray dryers de bancada e unidades em escala piloto, com bico e ciclone dimensionados para o volume de cada rotina. Para amostras com açúcar, que amolecem e grudam na parede da câmara, há configurações específicas — um problema recorrente e com solução conhecida.

Descreva a amostra, o volume por lote e a temperatura máxima que o produto tolera: a engenharia de aplicação indica a escala e a configuração.

Esta é a sua rotina?

Descreva a amostra, o volume por lote e o resultado esperado. A proposta técnica sai mais precisa quando a engenharia sabe o que você processa.